Ovinocultura e caprinocultura: como proteger o rebanho contra predadores

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A produtividade da ovinocultura e caprinocultura só vai para frente quando o produtor consegue controlar três coisas: genética, alimentação e proteção do rebanho.

O problema é que a proteção de carneiros e a proteção de ovelhas muitas vezes ficam em segundo plano. Às vezes, porque os ataques parecem distantes da propriedade. Outras, porque a cerca ainda não mostrou falhas visíveis.

Mas se tem uma coisa que nós podemos afirmar é que isso muda quando o primeiro ataque acontece. 

A partir daí, o produtor percebe que a cerca não pode ser escolhida apenas para separar uma área da outra. Ela também precisa impedir a fuga, a entrada de cães e o avanço de animais invasores.

Proteção do rebanho na ovinocultura e caprinocultura: por que você deve investir no cercamento

No manejo de ovinos e caprinos, uma cerca mal instalada pode desencadear dois problemas. O primeiro deles é a fuga dos animais; o segundo é a entrada de predadores.

Na prática, um fio frouxo, uma porteira mal fechada ou uma malha aberta demais podem virar ponto de passagem para um dos cordeiros escapar ou um cão entrar no perímetro.

Quem já precisou juntar um animal depois da fuga sabe o trabalho que isso dá. E quando ela acontece depois de um ataque, o prejuízo ainda soma estresse, ferimentos e risco de novas perdas.

Predadores de ovinos e caprinos: quais ameaças exigem atenção?

cercamento na ovinocultura e caprinocultura

Os predadores de ovinos e caprinos variam conforme a região, o relevo e a proximidade da propriedade com áreas nativas.

Mas, uma das maiores ameaças costuma vir dos próprios cães soltos ou errantes, que ficam circulando entre as diversas regiões da fazenda ou do sítio.

Eles entram por pontos fracos da cerca e atacam quando o lote está mais vulnerável. E mesmo quando não matam todos os animais, eles causam ferimentos sérios, desorganização e outros desastres.

O risco, claro, não vem apenas dos cães. Em algumas regiões, raposas, graxains, cachorros-do-mato ou até javaporcos também podem aparecer, principalmente se existirem matas, fundos de vale ou corredores naturais próximos da criação.

Ataque de cães a ovelhas e cabras: por que o prejuízo é tão rápido?

O ataque de cães a ovelhas costuma acontecer nos horários em que o produtor rural e a sua equipe estão dispersos e menos vigilantes: madrugada, fim de tarde, períodos de chuva, momentos em que o lote se afasta da sede.

Para quem cria, o primeiro olhar vai sempre para o animal mordido. Mas, seja na caprinocultura ou na ovinocultura, os prejuízos não param por aí.

Quando o cachorro ataca uma ovelha, por exemplo, o restante do lote corre, se agita e se agrupa. E nesse movimento desesperado, os animais rompem as cercas, batem em mourões, se enroscam em arames e se machucam.

O resultado é uma soma de perdas que compromete a produtividade, além da taxa de mortalidade de cordeiros e ovelhas. 

O mesmo se repete quando o cachorro ataca uma cabra. Os caprinos costumam reagir mais rápido que os ovinos, sim, mas eles também forçam o cercamento, saltam vãos e se machucam durante a fuga.

Em propriedades mistas, os prejuízos podem se estender também para a lavoura e os animais, principalmente se o lote foge e invade áreas cultivadas. 

Cercamento: a principal barreira contra a predação de rebanho na ovinocultura

Uma cerca anti predador e anti fuga precisa funcionar desde o início como uma barreira física.

Ou seja, na hora que for planejar o cercamento rural na ovinocultura, é importante que você reduza ao máximo os vãos na base, mantenha uma boa altura e tenha uma malha compatível com o porte dos seus rebanhos.

A parte inferior também precisa ser robusta e forte o suficiente porque os carneiros, as cabras e os cordeiros tendem a forçar a estrutura em áreas de disputa, alimentação e manejo.

Você também precisa ficar atento aos cantos, porteiras, baixadas e trechos com erosão, pois as falhas de instalação ou o desgaste do terreno podem virar pontos de entrada e saída.

Veja também: Cercamento rural: como escolher a melhor cerca para cada atividade no campo

Tela para ovinos e caprinos: diferenciais da cerca pronta, arame liso e cerca elétrica

As ovelhas e caprinos têm porte menor que os bovinos e possuem características que influenciam diretamente na escolha da cerca.

Uma cerca elétrica com múltiplos fios de arame, por exemplo, exige manutenção constante e depende unicamente do choque para conter os animais. 

No caso dos ovinos, ela nem sempre entrega um bom desempenho. Isso ocorre porque a lã dificulta muito o contato com o fio; e para esse tipo de cerca ter o resultado esperado, é necessário que os animais encostem o focinho, as orelhas ou as patas.

O arame liso, embora muito usado em cerca para ovelha e cerca para carneiros, também tem suas limitações. Ele não forma uma barreira física completa. Então, tanto caprinos como ovinos podem tentar passar por baixo ou entre os fios em algum momento.

Nesses casos, só existe um tipo de cerca que pode funcionar realmente para a proteção do rebanho: as cercas prontas como a Tela Campeira Insul ou a Cerca Campeira MAXX

Os modelos formam uma malha contínua, com menos espaço para passagem, e distribuem a pressão dos animais entre os fios de aço de alto carbono (capazes de suportar até 650 Kgf de carga de ruptura). Isso ajuda muito a reduzir deformações e dificulta a abertura da malha.

Atualmente essa tela é fabricada em equipamento único na América do Sul pela Casa das Cercas, trazendo o que há de melhor da Nova Zelândia em tecnologia de cercas prontas (Field Fences).

Para ver a instalação com mais detalhes, consulte o conteúdo sobre como fazer cerca para ovinos e cerca para caprinos com tela e catracas.

Cerca pronta Campeira MAXX
Tela Campeira Insul
Kit Campeira Ovino + Catraca

Como reforçar a proteção do rebanho no dia a dia

Em se tratando de ovinocultura e caprinocultura, mesmo uma boa tela rural pode perder o seu desempenho se ela se abrir ou os mourões cederem em algum momento.

Nesse caso, durante a sua rotina, é recomendado que você e a equipe:

  • Sempre observem pontos de passagem, cantos, porteiras e áreas próximas às matas, pois a inspeção vai ajudar a corrigir falhas antes que elas virem problemas;
  • Verifiquem marcas de escavação, fios frouxos e malha deformada, pois esses sinais indicam onde o predador tentou entrar uma vez ou onde o rebanho está forçando a cerca.

Proteja o seu rebanho com a Casa das Cercas

Quando a cerca combina uma boa malha, fios de qualidade e resistência ao porte do animal, você protege melhor a produção do rebanho e reduz a incidência de ataques e fugas.

Na Casa das Cercas nós trabalhamos com telas para caprinos, ovinos e outras criações que sofrem com a pressão constante de predadores.

Acesse a categoria de telas rurais ou fale com o nosso time pelo WhatsApp para escolher a estrutura certa para sua atividade no campo.

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